O Sétimo Guardião, na obra "As Crônicas de Nárnia" de C.S. Lewis, é uma figura envolta em mistério e ambiguidade, ao contrário dos outros guardiões explicitamente nomeados. Ele não é identificado por nome ou forma específica durante a saga.
Sua existência é inferida principalmente no livro "A Cadeira de Prata," onde Eustáquio e Jill precisam cumprir quatro sinais para encontrar o Príncipe Rilian. Um desses sinais, o quarto, é ler as palavras inscritas em ruínas "Sob mim" e depois realizar a ação que elas sugerem. Essas palavras se referem ao gigante sob o qual o Príncipe Rilian, enfeitiçado, está acampado. Destruir o assento desse gigante, portanto, é crucial para quebrar o feitiço.
A interpretação sobre quem ou o que realmente representa o Sétimo Guardião é aberta. Algumas interpretações incluem:
Em resumo, o Sétimo Guardião é uma figura alegórica que exige interpretação. Ele personifica os obstáculos internos e externos que os personagens enfrentam em sua jornada para libertar o Príncipe Rilian e restaurar a ordem em Nárnia. Sua importância reside na necessidade de ação, fé e desobediência seletiva diante de forças opressoras e ilusórias, conforme explicitado no conceito de Obstáculos%20Internos%20e%20Externos.
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